Dia a Dia da Autora Li Mendi

Mais que escrever, co-escrever

Depois do programa da Fátima Bernardes, recebi dezenas de mensagens, e-mails, curtir, ligações. Foi uma semana sem poder escrever muito. Ser escritora não é apenas, hoje em dia, criar um livro. É necessário a perfomance. Os leitores estão tão perto, que é possível conversar sobre os capítulos, sobre o enredo, um personagem. Isso pode rolar por vídeos, por skype, por mensagens via Face, por encontrões.

E o autor não está mais só atrás da obra que ele escreve, escondido na criação dos seus personagens, ele vira tá uma estória longa e diária. Gosto muito de falar com minhas leitoras de todo o Brasil e de fazer vídeos pra elas. Não tenho tanta técnica ou ótima câmera e montagem. Está na minha lista dar uma melhorada no quesito. Mas, o importante é que poucas palavras podem mudar a vida das pessoas.

Mas, é preciso trabalhar, escrever de verdade. Queria ser duas, mas tento fazer meu quinhão do impossível. O que seria a vida? Tão banal, talvez, se eu não puxasse um pouquinho a mais todo dia? Se só fizesse o viável e confortável necessário? Eu seria menos estressada, pilhada, pirada? Mas, também estaria vindo pra evoluir como prometi quando aceitei essa vida e me foi dado esse dom?

 

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